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Dorothy Maclean

Mensagens das grandes árvores



Dorothy é uma dessas pessoas raras, de grande sensibilidade. Abaixo, ela conta um pouco do que lhe aconteceu enquanto vivia na comunidade ecológica de Findhorn, na Escócia:

Para mim, as árvores, e particularmente as grandes, têm um esplendor incomparável com o de outras plantas, elevando minha aspiração, enobrecendo uma parte de mim, estabilizando outra parte, enriquecendo-me o espírito. Viver numa área sem árvores dá-me uma sensação de privação e Findhorn, como outras penínsulas varridas pelos ventos, era quase um deserto. O pinheiro escocês era a única espécie viável ali, e, felizmente, um vizinho já tinha plantado uma pequena sebe dessas plantas.

Minha paixão pelas árvores levou-me a aproximar do pinheiro escocês. Uma sensação forte e sólida distinguia essa árvore de outras plantas.

"Somos os guardiões da Terra em muitos aspectos e os humanos devem fazer parte daquilo que guardamos. Não somos jovens criaturas ativas; somos, de certo modo, como uma escola de filósofos benevolentes com pureza inumana e um grande desejo de servir a humanidade. As árvores são vitais para o homem e para a vida neste planeta, e alguns de nós estão ansiosos por experimentar esse contato com alguns humanos antes que outros destruam o que temos construído".

Depois disso, pude trazer a minha consciência um grupo de grandes árvores.

"Gostaríamos de enfatizar a absoluta necessidade das grandes árvores para o bem-estar da Terra. Isto não só porque nós [as árvores] controlamos em parte as chuvas, mas também porque extraímos radiâncias interiores que são igualmente necessárias a Terra".


Baseado no livro A comunicação com os anjos e os devas, de Dorothy Maclean, Editora Pensamento.

A mulher de 30 milhões de árvores

A importância de plantar e proteger as árvores


Wangari Maathai - um exemplo para o mundo

Baseado em texto de Claudio Blanc para a revista Aquecimento global (www.editoraonline.com.br)

Wangari Maathai
, prêmio Nobel da Paz

A primeira mulher africana a ganhar o prêmio Nobel da Paz, em 2004, foi definida como "uma inspiração para qualquer um que esteja trabalhando pelo desenvolvimento sustentável, pela democracia e pela paz". Wangari Maathai, a mulher em questão, é da cepa dos incansáveis que não medem esforços para atingir um objetivo. E como a meta dela visa o bem comum, sua atuação faz uma diferença enorme. é um exemplo para todos. A bem sucedida campanha que Wangari criou e que tem liderado, o Movimento Cinturão Verde, mobilizou mulheres carentes que plantaram cerca de 30 milhões de árvores. Hoje, o modelo foi copiado por vários países.
E tudo começou de maneira simples, depois que Wangari plantou algumas árvores no quintal de sua casa em 1977. Essa foi a pedra fundamental para a criação do movimento. "A vida é uma jornada - as vezes, agradável, as vezes, dolorosa. O importante é fazer nosso melhor possível, e é isso que tento fazer", ensina a ambientalista.
Wangari Muta Maathai, nascida em 1940 em Nyeri, Quênia, foi a primeira mulher a obter o título de doutora na áfrica Central e Oriental. Educada nos Estados Unidos e na Alemanha, a chefe da cadeira de Anatomia Veterinária da Universidade de Nairobi - novamente a primeira mulher a deter tal posto na áfrica - foi uma das pioneiras a se posicionar contra o desflorestamento do Quênia. Já na década de 1970 o país havia destruído grande parte da biodiversidade local e reduzido consideravelmente a capacidade das florestas de conservar água, um recurso bastante escasso na região. Para mudar a situação, Wangari iniciou uma campanha pessoal de esclarecimento com grupos de mulheres, sempre batendo na tecla de que mais e mais árvores deviam ser plantadas. Aos poucos, as participantes do movimento começaram a lucrar com o plantio, o qual gerava emprego, combustível, alimentos, abrigo, melhorava o solo e ajudava a manter as reservas de água.
Com pouquíssimos recursos, quase nenhum além da própria vontade e coragem, Wangari foi paulatinamente vencendo os obstáculos. (...) Com o passar do tempo, o Movimento Cinturão Verde começou também a mobilizar campanhas sociais com foco na educação, nutrição e outros temas de importância para as mulheres. Em 2006, Wangari tornou-se ministra do meio ambiente e sua militância pacífica pela recuperação das florestas africanas foi reconhecida mundialmente. (...) A fórmula da preservação de Wangari é bastante simples. Ela propõe, para salvar o planeta, que todos pratiquemos os "quatro erres": reduzir, reutilizar, reciclar e reparar.

Para saber mais:
www.greenbeltmoviment.org - site oficial do Movimento Cinturão Verde


Dalai Lama



Em diversas ocasiões tenho comentado a importância de plantar árvores tanto na Índia, o nosso lar atual, como no Tibet. Hoje, como um gesto simbólico, estamos realizando uma cerimônia de plantio de árvores aqui no assentamento. Afortunadamente, o movimento para um compromisso mais profundo com a proteção ambiental através do plantio de árvores novas e de cuidar das existentes, está crescendo rapidamente em todo o mundo. No nível global, árvores e florestas estão muito ligadas aos padrões climáticos e também a manutenção de um equilíbrio crucial na natureza. Portanto, a tarefa da proteção ambiental é uma responsabilidade universal de todos nós. Penso que é extremamente importante para os tibetanos que vivem nos assentamentos não só ter um grande interesse pela causa da proteção ambiental, mas também em implementar este ideal em ações de plantio de novas árvores. Assim, estaremos fazendo um gesto importante para o mundo em demonstrar as nossas preocupações globais e, ao mesmo tempo, fazer a nossa própria pequena, mas significativa contribuição a causa.
Se olharmos ao redor, podemos agora ver que aquelas casas nos monastérios e em vários assentamentos onde as pessoas plantaram árvores frutíferas, agora apreciam um grande benefício como conseqüência de seus atos. Em primeiro lugar, se houver uma árvore em seu quintal, isto cria uma ambiente de beleza natural e serenidade. é óbvio que também podemos comer as frutas da árvore e sentarmos sob a copa, apreciando uma sombra agradável. De você, o que se espera é um pouco de paciência para a árvore crescer.
Finalmente, gostaria de fazer uma sugestão a respeito do uso de suas terras no assentamento. Neste assentamento vocês já iniciaram um projeto de plantio de árvores. Penso que este é um ótimo plano. Ao plantar árvores frutíferas em suas terras, não só asseguramos que a terra permaneça produtiva, mas também que vocês terão frutas para comer. Em suma, gostaria de enfatizar mais uma vez que é extremamente importante plantar árvores novas e protegeras que já crescem ao seu redor.

Discurso de seis de dezembro de 1990. Traduzido por Marly Ferreira.


A MAGIA DAS ÁRVORES
Sandra Siciliano


As florestas repletas de árvores de todas as formas, tons, tamanhos e idades são mais do que lugares mágicos. São reservatórios de energia da natureza, além de serem os pulmões do planeta.
árvores fazem a ligação Céu e Terra. Sentar embaixo de uma sugadora, mas depois, embaixo de uma doadora.
Ao passearmos por uma floresta, podemos sentir a energia das árvores nos renovando, nos curando e perceber a nossa energia vital reabastecida.
Podemos usar árvores para recuperar nossa energia. Sentados de costas para o tronco da árvore deixamos que sua energia ilimitada flua para nós. é muito bom fazer isto após uma longa caminhada quando precisamos repor energia. Ou mesmo para ajudar num tratamento médico.
Se prestarmos atenção, vemos que quase todos os locais e clínicas de recuperação de saúde e de cura, principalmente de problemas pulmonares, são nas montanhas ou em lugares com muitas árvores. A floresta e as árvores são sempre cheias de estórias e lendas!

árvores exercem tanto fascínio no homem, que atualmente surgiu um esporte radical - o Arborismo - derivado da necessidade de facilitar, na Europa, os trabalhos de pesquisas.

Na "Aldeia Cocar", em Cotia - SP, numa extensão de 8.000 m2 existe uma área organizada para este esporte, que consiste em trilhas, passarelas, redes, tirolesas e demais artefatos para a execução de diferentes tarefas com cordas e cabos que são efetuadas nas copas das árvores de até 12 metros de altura.

Os judeus celebram o "Ano novo das árvores", o TU B´SHVAT, dia do aniversário da criação das árvores e há uma oração para ser dita ao se plantar uma árvore:
"Abençoado és Tu, ó Eterno, Rei do Universo, que criou o fruto da árvore". Na religião judaica as árvores são símbolo da vida, elas dão beleza, fornecem alimento e sombra para as pessoas e animais, enriquecem a terra e ajudam a manter a umidade do solo, além do oxigênio que nos dá vida. Nesta festa, crianças plantam árvores, dançando e cantando músicas sobre árvores e flores. A data desta festa antecede a da primavera. E nesta festa a tradição reza que sejam comidas as frutas associadas a terra de Israel.

O TU B`SHVAT tem o propósito de nos fazer mais conscientes e agradecidos pelas árvores a nossa volta. Devemos sempre ir até um jardim e agradecer ao Criador pelas árvores que nos dão oxigênio, sombra e comida. árvores possuem um significado especial. árvores mais velhas, segundo o psicanalista suiço Jung, representam a totalidade de nossa personalidade. Para os chineses, árvores são símbolos da Primavera, da juventude, da longevidade, da imortalidade e da riqueza.

Os parques e bosques, juntamente com a casa, são componentes essenciais do entorno humano. Eles devem criar verdadeiros espaços sociais. Uma frondosa árvore é um verdadeiro lugar de estar. Duas árvores alinhadas sugerem um portal. Uma fileira indica um caminho a seguir. Um círculo define uma praça. Num bosque uma clareira é o local ideal para reuniões.
Em nossos jardins públicos ou privados, podemos utilizar as árvores por seu significado, pela sua propriedade terapêutica, pela sua forma, pela cor, pela beleza, por suas flores e frutos.

Mas sempre temos que levar em consideração as condições de plantio, o porte, o clima, o solo, pois, uma árvore deve sempre ser saudável. Hoje em dia existem estudos científicos de arborização para recuperar áreas degradadas por poluição terrestre (petróleo) e do ar, além de estudos para a utilização de biocombustível derivado de óleos extraídos de frutos (como o pequi), que mesclados ao combustível fóssil, tem a propriedade de melhorar a qualidade do ar que respiramos . Pesquisando nossas árvores, fiquei fascinada com tantas lendas e estórias, que tenho o prazer em compartilhar algumas. Até o presente momento, não existe um levantamento formal completo das espécies vegetais conhecidas e usadas pelos nossos indígenas, até mesmo pela dificuldade de catalogar os nomes científicos e os seus correlatos indígenas. Muitas espécies de plantas usadas por eles foram adotadas pelos ditos povos civilizados, como a seringueira (borracha), as castanhas para produção de óleo, as fibras para a produção de fios e tecidos e a madeira. As principais plantas usadas na indústria cosmética e de alimentação já eram conhecidas e usadas pelos índios. Uma grande parte dos medicamentos produzidos hoje tem como base as plantas curativas dos índios. Eles também as usavam para fins curativos e que hoje estão aliados a fins cosméticos (Natura Echos). Uma das formas mais conhecidas de utilização é como corantes. O urucum produz o vermelho forte, o jenipapo o preto, o pau-brasil o vermelho claro, a raiz da bananeira o azul escuro e a pupunha o verde. Para eles a árvore sempre é sagrada, de cura e de proteção. Cada uma possui sua qualidade!

Aqui no Brasil, várias tribos indígenas têm a árvore como a "Mãe" - criadora do mundo. A Samaumeira é a "Mãe da Floresta". Para os Ticunas, o mundo nasceu dela.

Também existem as lendas da paineira, do guaraná, do açaí, da laranja, etc. A Lenda da Paineira segundo o livro dos florais "Filhas de Gaia" é também contada na região norte, em Belém do Pará.

"Quando a Sagrada Família estava fugindo para o Egito com o menino Jesus, os soldados estavam se aproximando cada vez mais. Neste momento de grande aflição, Maria pediu aos Céus uma ajuda. Então uma grande Paineira que estava no caminho se abriu, a Sagrada Família entrou dentro dela e a árvore os escondeu. Os soldados passaram e não os encontraram. A Paineira protegeu o Menino Jesus e então Ele pôde crescer e nos salvar. Por isso a Paineira foi abençoada, e, desde então, é considerada uma árvore sagrada". Relato de D. Terezinha, moradora de Pedras Belas, SP.
   
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